Informações em: https://gthistoriareligioes.wixsite.com/gthrr
domingo, 8 de janeiro de 2017
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
RBHR lança nova edição!
v. 9, n. 27 (9)
As crenças e suas articulações com a política e a
sociedade (Jan/Abr 2017)
Sumário
CHAMADA TEMÁTICA
|
Vanda
Fortuna Serafim
|
|
Renata
Agnieszka Siuda-Ambroziak
|
|
Nadia
Maria Guariza
|
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Anaxsuell
Fernando Silva
|
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Juliana
Maria Manfio, Vitor Otávio Fernandes Biasoli
|
|
Ana
Rosa Cloclet da Silva, Marcelo Leandro de Campos
|
|
Milton
Moura
|
ARTIGOS
|
Maria
Elizia Borges, Maristela Carneiro
|
|
Joana
Bahia, Caroline Vieira
|
|
Lidiane
Alves da Cunha, Luiz Carvalho Assunção
|
|
Cecilia
dos Guimarães Bastos
|
RESENHAS
|
Carolina
Cleopatra da Silva Imediato
|
|
Mateus
Tatsch de Mello
|
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Primeira Circular - V Simpósio do GTHRR/Regional Sul
V
SIMPÓSIO DO GRUPO DE TRABALHO DE HISTÓRIA
DAS
RELIGIÕES E DAS RELIGIOSIDADES - REGIONAL SUL
“Transe,
êxtase e possessão nas religiões e religiosidades”
24 a 27
de maio e 2017 – Campus I da UPF
Primeira
Circular
O
Grupo de Trabalho de História das Religiões e das Religiosidades (GTHRR) da
ANPUH – Núcleos Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná -, convidam
estudantes, professores, pesquisadores e os demais interessados pela temática
das crenças para participarem do V Simpósio do Grupo de Trabalho de História
das Religiões e das Religiosidades – Regional Sul, que acontecerá no Campus da
Universidade de Passo Fundo (UPF) entre 24 e 27 de maio de 2017.
O
simpósio tem como objetivos promover discussões e compartilhar experiências
entre profissionais e estudantes que se dediquem a compreensão da conformação
social e cultural das sociedades, em especial, pelos estudos dedicados às
crenças e suas variações, riquezas e potencialidades analíticas. Também visa
instrumentalizar e estimular estudantes e professores de todos os níveis a
reflexão-ação em prol do respeito às diferenças e a compreensão das
diversidades como potencialidades formativas.
A
programação prévia já está disponível (abaixo) e conta com três conferências,
três mesas redondas, espaço para simpósios temáticos e as devidas comunicações
de trabalho, lançamento de livros, reuniões administrativas dos GTs estaduais e
do GT-Regional Sul, bem como atividades culturais.
Nesta
primeira circular apresentamos o cronograma de proposição de simpósios temáticos
e de oficinas que, após analisados pelo Comitê Científico, serão divulgados no
site do evento (está em construção).
PROPOSIÇÃO DE SIMPÓSIOS TEMÁTICOS
A
proposta de ST deverá ser feita por até dois coordenadores vinculados a
instituições diferentes, preferencialmente de estados diferentes. Caberá ao(s)
coordenador(es) avaliar e selecionar as comunicações inscritas no respectivo ST
e definir a programação do grupo, sempre com o objetivo de garantir ampla
participação e tempo necessário para apresentação, discussão e aprofundamento
das questões suscitadas. Condições para a inscrição de propostas de STs:
Os proponentes de STs deverão
ter titulação de doutor e/ou doutorando.
As
propostas de Simpósios Temáticos deverão conter: título; resumo e bibliografia;
justificativa da relevância do tema; nome(s) do(s) coordenador(es); titulação e
vínculo institucional do(s) coordenador(es); endereço, telefone e e-mail para
contato; link do CV Lattes. As propostas devem ser enviadas para o email para vsimposiogtsul@gmail.com.
A
organização está buscando auxílio financeiro junto a agências de fomento pois
pretende-se auxiliar os coordenadores com passagens e/ou hospedagem. Todavia,
somente depois do resultado dos editais poderemos confirmar essa ajuda de
custos. Os coordenadores estão isentos do pagamento da inscrição.
PROPOSTAS DE OFICINAS
A
proposta de Oficina deverá ser feita por até dois ministrantes vinculados a
instituições diferentes, preferencialmente de estados diferentes (no caso de
duplas). Condições para a inscrição de propostas de Oficinas: ter titulação
mínima de mestre.
As
propostas de Oficinas deverão indicar: título; nome(s) do(s) proponente(s);
titulação e vínculo institucional do(s) proponente(s); endereço, telefone e
e-mail para contato; link do CV Lattes, ementa, forma de desenvolvimento do
curso, objetivos, programa e bibliografia; Indicação de equipamentos
necessários para o adequado funcionamento do curso (sujeito à confirmação de
disponibilidade). As propostas devem ser enviadas para o email para vsimposiogtsul@gmail.com
A
organização está buscando auxílio financeiro junto a agências de fomento pois
pretende-se auxiliar ministrantes de oficina com passagens e/ou hospedagem.
Todavia, somente depois do resultado dos editais poderemos confirmar essa ajuda
de custos. Os ministrantes estão isentos do pagamento da inscrição.
AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS
As
propostas serão avaliadas levando em conta sua consistência, relevância e
clareza, bem como a experiência profissional dos proponentes. O resultado será
divulgado no site do evento, conforme o cronograma abaixo.
Em caso de dúvida envie um
email para vsimposiogtsul@gmail.com
CRONOGRAMA
Proposição de Simpósios Temáticos – de 01 de novembro a 30 de
dezembro de 2016
Proposição de Oficinas – de 01 de novembro de 2016 a 30 de janeiro de
2017
Apresentação de trabalhos – de 15 de fevereiro a 30 de março
de 2017
Inscrição de Ouvintes – de 15 de fevereiro a 25 de maio de
2017
Inscrição em Oficinas - de 15 de fevereiro a 25 de maio de
2017
VALORES
DAS INSCRIÇÕES
MODALIDADE
- OUVINTES
|
VALOR
|
Ouvintes (participantes de todas as titulações, sem
apresentação de trabalhos)
|
R$ 20,00
|
Participantes de Oficinas
|
R$ 10,00
|
MODALIDADE
– APRESENTADORES DE TRABALHO
|
|
Acadêmicos de graduação
|
R$ 30,00
|
Professores da rede básica de ensino
|
R$ 50,00
|
Graduados e Acadêmicos de pós-graduação
|
R$ 50,00
|
Pesquisadores/Professores universitários
|
R$ 70,00
|
Organização:
Laboratório
de Estudo das Crenças (LEC-PPGH), PPGH, História, GTHRR/Sul, GTHRR/RS
Atenciosamente,
Gizele Zanotto (PPGH/UPF)
Comissão Organizadora
PROGRAMAÇÃO
PREVISTA
Data/turno
|
24/05
Quarta-feira
|
25/05
Quinta-feira
|
26/05
Sexta-feira
|
27/05
Sábado
|
Manhã
08 –
10 h
10:15
– 12:30 h
|
Credenciamento
Oficinas
Mesa-Redonda 1
Religiões e Religiosidades em perspectiva histórica
Profa. Dra. Beatriz Teixeira
Weber (UFSM)
Prof. Dr. Artur Cesar Isaia
(UFSC/UNILASALLE)
Prof. Dr. Marcos Gonçalves
(UFPR)
|
Credenciamento
Oficinas
Mesa-Redonda 2
A religião é uma festa: fronteiras tênues entre sagrado e
profano
Profa. Dra. Maura Regina
Petruski (UEPG)
Prof. Dr. Cairo Mohamad Ibrahim
Katrib (UFU)
Profa. Dra. Edilece Couto (UEM) |
Oficinas
Mesa-Redonda 3
As religiões e as religiosidades no ensino
Prof. Dr. Fábio Lanza (UEL)
Prof. Dr. Gerson Machado
(FCJ/MASJ (Fundação Cultural de Joinville / Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville)
Prof. Dr. Mauro Dillmann (FURG)
|
Passeio Conhecendo Passo Fundo
(inscrição no Credenciamento)
Visita ao Cemitério Vera Cruz – Museu a Céu Aberto
|
Tarde
14 –
17:30 h
|
Simpósios Temáticos
|
Simpósios Temáticos
|
Simpósios Temáticos
|
Visitas Museu Histórico Regional e Arquivo Histórico Regional
|
17:30
– 18:30 h
|
Reunião Administrativa dos GTs
estaduais
|
Reunião Administrativa do
GTHRR/Sul
|
Lançamento de Livros
|
|
Noite
19:30
– 22:30 h
|
Conferência:
"Transe, ritual e mito nas
religiões afro-brasileiras"
Prof. Dr. Reginaldo Prandi
(USP)
|
Conferência:
"Transe" e
"possessão": pensando os discursos intelectuais acerca das
religiões afro-brasileiras
Profa. Dra. Vanda Fortuna
Serafim (UEM)
|
Conferência:
Profa. Dra. Miriam Cristina
Marcilio Rabelo (UFBA)
|
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Divulgando chamada para dossiê: “A alma e o corpo por escrito: literatura religiosa e médica, séculos XVI-XIX”
Caros leitores,
A Revista Brasileira de História & Ciências Sociais convida a comunidade acadêmica a participar do Dossiê Temático: “A alma e o corpo por escrito: literatura religiosa e médica, séculos XVI-XIX”, a ser organizado pelos professores Eliane Fleck (PPGH – UNISINOS) & Mauro Dillmann (PPGH-FURG). Data limite para submissão 30/04/2017
Ementa:
A produção e circulação de textos religiosos e médicos, manuscritos ou impressos, foi bastante intensa tanto nas metrópoles ibéricas desde o século XVI, quanto na América luso-hispânica colonial e independente (Alvim, 2014; Fleck, 2015). As concepções destas publicações certamente partiram de um “horizonte de espera”, remetendo às expectativas sociais que caracterizaram o universo leitor (Certeau, 2015, p. 210). Fosse para garantir a salvação das almas e o gozo das benesses do céu, fosse para assegurar a saúde e domínio dos corpos (Gómez, 2014, p. 173; Fleck, 2015, p. 25), livros foram escritos, publicados, reeditados e traduzidos. Mais do que isso, foram lidos, manuseados, utilizados em situações distintas e com finalidades diversas, chegando a formar acervos ou bibliotecas. A difusão da imprensa e o uso de línguas vulgares garantiram longevidade aos textos, tornando possíveis apropriações diversas, em distintos contextos sociais, além da formação de redes de circulação e de comercialização (Certeau, 2015, p. 207).
Como alertou Michel de Certeau (2015, p. 211) “o livro não se reduz somente ao seu sentido assim como um enunciado não leva ao seu conteúdo”. Para os textos publicados, o formato dos livros e as formas como os textos se inscrevem nas páginas (Chartier, 2014, p. 11; Mollier, 2008, p. 43) conferiam particularidades às obras, pois “a ‘mesma’ obra não é de fato a mesma quando muda sua linguagem, seu texto ou sua pontuação” (Chartier, 2014, p. 11). Muitos livros receberam, ao longo dos séculos, inúmeras edições.
Assim, na Europa Moderna, a literatura religiosa era impulsionada pelo espírito da Reforma Católica, tanto quanto a literatura médica era pelo pensamento científico, fundamentalmente a partir do século XVII. Vale ressaltar que, de alguma forma, os conteúdos destas publicações dialogavam entre si, principalmente quando consideramos que a disciplina da alma através do corpo era também um discurso recorrentemente contemplado em ambas as literaturas. Pelo menos até o decorrer do século XVIII, a literatura religiosa e a médica apresentavam-se como modelos exemplares de leitura para diversos grupos sociais, uma vez que instruíam, ensinavam e formavam a partir da idealização de sujeitos cristãos morais, virtuosos e saudáveis.
Tanto a literatura religiosa, quanto a médica – quer manuscrita ou impressa
tem se constituído em fonte potencial de pesquisa ou de objeto para
muitos pesquisadores, a partir de temas e problematizações diversos, dentre as quais poderíamos destacar: o significado que estes livros adquiriram em determinados contextos; os usos a eles atribuídos; as ideias que difundiam e/ou representavam; a conformação de redes de circulação de conhecimento; relação entre texto, leitura e produção de conhecimento; as apropriações, a recepção e a formação de opinião pública; os discursos morais e as concepções de fé e de ciência médica; etc.
Interessa-nos, portanto, neste dossiê, reunir trabalhos que problematizem temas diversos a partir da literatura religiosa e da literatura médica, produzidas entre os séculos XVI e XIX, e que, metaforicamente, descreviam o “espelho” da alma e do corpo dos sujeitos de seu tempo.
Referências bibliográficas
ABREU, Jean Luiz Neves. Saberes ‘coloniais’ e Ethos Ultramarino no contexto luso-brasileiro. Século XVIII. In: LUZ, Guilherme Amaral; ABREU, Jean Luiz Neves; NASCIMENTO, Mara Regina do. Ordem Crítica: A América portuguesa nas “fronteiras” do século XVIII. Belo Horizonte: Fino Traço, 2013, p. 121-134.
ALVIM, Márcia Helena (org). Conhecimento, cultura e circulação de ideias na América Colonial Luso-Hispânica. Santo André: ABC, 2014.
CERTEAU, Michel de. A fábula mística, séculos XVI e XII. Vol.2. Rio de Janeiro: Forense, 2015.
CHARTIER, Roger. A mão do autor e a mente do editor. São Paulo: Unesp, 2014.
FLECK, Eliane Cristina Deckmann (org). As artes de curar em um manuscrito jesuítico inédito do Setecentos. O Paraguay Natural Ilustrado do padre José Sánchez Labrador (1771-1776). São Leopoldo: Oikos/Unisinos, 2015.
GOMÉZ, Antonio Castillo. Livros e leituras na Espanha do século de ouro. Cotia-SP: Ateliê Editorial, 2014.
MEIRELLES, Juliana Gesuelli. A governança do Império Português pela perspectiva transatlântica: a circulação de ideias científicas no período joanino (1808-1821). In: ALVIM, Márcia Helena (org). Conhecimento, cultura e circulação de ideias na América Colonial Luso-Hispânica. Santo André: ABC, 2014, p. 139-158.
MOLLIER, Jean-Yves. A leitura e seu público no mundo contemporâneo. Ensaios sobre História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
VILLALTA, Luiz Carlos. Usos do livro no mundo luso-brasileiro sob as luzes: reformas, censura e contestações. Belo Horizonte: Fino Traço, 2015.
Cordialmente, Conselho Editorial da RBHCS
São Leopoldo/RS, 29 de agosto de 2016 ______________________________________________________________________ Revista Brasileira de História & Ciências Sociais http://www.rbhcs.com/
A Revista Brasileira de História & Ciências Sociais convida a comunidade acadêmica a participar do Dossiê Temático: “A alma e o corpo por escrito: literatura religiosa e médica, séculos XVI-XIX”, a ser organizado pelos professores Eliane Fleck (PPGH – UNISINOS) & Mauro Dillmann (PPGH-FURG). Data limite para submissão 30/04/2017
Ementa:
A produção e circulação de textos religiosos e médicos, manuscritos ou impressos, foi bastante intensa tanto nas metrópoles ibéricas desde o século XVI, quanto na América luso-hispânica colonial e independente (Alvim, 2014; Fleck, 2015). As concepções destas publicações certamente partiram de um “horizonte de espera”, remetendo às expectativas sociais que caracterizaram o universo leitor (Certeau, 2015, p. 210). Fosse para garantir a salvação das almas e o gozo das benesses do céu, fosse para assegurar a saúde e domínio dos corpos (Gómez, 2014, p. 173; Fleck, 2015, p. 25), livros foram escritos, publicados, reeditados e traduzidos. Mais do que isso, foram lidos, manuseados, utilizados em situações distintas e com finalidades diversas, chegando a formar acervos ou bibliotecas. A difusão da imprensa e o uso de línguas vulgares garantiram longevidade aos textos, tornando possíveis apropriações diversas, em distintos contextos sociais, além da formação de redes de circulação e de comercialização (Certeau, 2015, p. 207).
Como alertou Michel de Certeau (2015, p. 211) “o livro não se reduz somente ao seu sentido assim como um enunciado não leva ao seu conteúdo”. Para os textos publicados, o formato dos livros e as formas como os textos se inscrevem nas páginas (Chartier, 2014, p. 11; Mollier, 2008, p. 43) conferiam particularidades às obras, pois “a ‘mesma’ obra não é de fato a mesma quando muda sua linguagem, seu texto ou sua pontuação” (Chartier, 2014, p. 11). Muitos livros receberam, ao longo dos séculos, inúmeras edições.
Assim, na Europa Moderna, a literatura religiosa era impulsionada pelo espírito da Reforma Católica, tanto quanto a literatura médica era pelo pensamento científico, fundamentalmente a partir do século XVII. Vale ressaltar que, de alguma forma, os conteúdos destas publicações dialogavam entre si, principalmente quando consideramos que a disciplina da alma através do corpo era também um discurso recorrentemente contemplado em ambas as literaturas. Pelo menos até o decorrer do século XVIII, a literatura religiosa e a médica apresentavam-se como modelos exemplares de leitura para diversos grupos sociais, uma vez que instruíam, ensinavam e formavam a partir da idealização de sujeitos cristãos morais, virtuosos e saudáveis.
Tanto a literatura religiosa, quanto a médica – quer manuscrita ou impressa
tem se constituído em fonte potencial de pesquisa ou de objeto para
muitos pesquisadores, a partir de temas e problematizações diversos, dentre as quais poderíamos destacar: o significado que estes livros adquiriram em determinados contextos; os usos a eles atribuídos; as ideias que difundiam e/ou representavam; a conformação de redes de circulação de conhecimento; relação entre texto, leitura e produção de conhecimento; as apropriações, a recepção e a formação de opinião pública; os discursos morais e as concepções de fé e de ciência médica; etc.
Interessa-nos, portanto, neste dossiê, reunir trabalhos que problematizem temas diversos a partir da literatura religiosa e da literatura médica, produzidas entre os séculos XVI e XIX, e que, metaforicamente, descreviam o “espelho” da alma e do corpo dos sujeitos de seu tempo.
Referências bibliográficas
ABREU, Jean Luiz Neves. Saberes ‘coloniais’ e Ethos Ultramarino no contexto luso-brasileiro. Século XVIII. In: LUZ, Guilherme Amaral; ABREU, Jean Luiz Neves; NASCIMENTO, Mara Regina do. Ordem Crítica: A América portuguesa nas “fronteiras” do século XVIII. Belo Horizonte: Fino Traço, 2013, p. 121-134.
ALVIM, Márcia Helena (org). Conhecimento, cultura e circulação de ideias na América Colonial Luso-Hispânica. Santo André: ABC, 2014.
CERTEAU, Michel de. A fábula mística, séculos XVI e XII. Vol.2. Rio de Janeiro: Forense, 2015.
CHARTIER, Roger. A mão do autor e a mente do editor. São Paulo: Unesp, 2014.
FLECK, Eliane Cristina Deckmann (org). As artes de curar em um manuscrito jesuítico inédito do Setecentos. O Paraguay Natural Ilustrado do padre José Sánchez Labrador (1771-1776). São Leopoldo: Oikos/Unisinos, 2015.
GOMÉZ, Antonio Castillo. Livros e leituras na Espanha do século de ouro. Cotia-SP: Ateliê Editorial, 2014.
MEIRELLES, Juliana Gesuelli. A governança do Império Português pela perspectiva transatlântica: a circulação de ideias científicas no período joanino (1808-1821). In: ALVIM, Márcia Helena (org). Conhecimento, cultura e circulação de ideias na América Colonial Luso-Hispânica. Santo André: ABC, 2014, p. 139-158.
MOLLIER, Jean-Yves. A leitura e seu público no mundo contemporâneo. Ensaios sobre História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
VILLALTA, Luiz Carlos. Usos do livro no mundo luso-brasileiro sob as luzes: reformas, censura e contestações. Belo Horizonte: Fino Traço, 2015.
Cordialmente, Conselho Editorial da RBHCS
São Leopoldo/RS, 29 de agosto de 2016 ______________________________________________________________________ Revista Brasileira de História & Ciências Sociais http://www.rbhcs.com/
sábado, 30 de julho de 2016
Síntese da Reunião do GTHRR/RS 2016
Encontro Estadual de História – julho 2016 – Santa Cruz do Sul, UNISC
Reunião GTHRR Anpuh 2016
Pauta:
1) Relato Gestão 2014-2016;
* Realizações e participações em reuniões:
GTHRR participou da reunião do GTHRR Nacional, durante o Encontro Nacional de História, Anpuh (Florianópolis, 2015);
Reunião do GTHRR-RS na sede da Anpuh-RS, em 2015, para estruturar o I Colóquio.
Reunião do GTHRR-RS no III Congresso Internacional de História Regional – UPF, out. 2015.
* Representatividade do nosso GT em outros eventos:
- IV Simpósio do GT – Regional Sul – Joinville, março 2015.
- XV Simpósio Nacional da ABHR – Florianópolis, Julho 2016.
- VI Encontro do GT Nacional de História das Religiões e Religiosidades, Rio de Janeiro, novembro 2016.
- Seminário Internacional Migrações: religiões e espiritualidades e XXII Simpósio de História da Imigração e Colonização – São Leopoldo, setembro 2016.
* Realização do I Colóquio do GT, ocorreu na Unisinos, em junho 2015.
- Estruturamos o evento com ampla divulgação e apoio dos integrantes do GT para a concreta realização do evento.
- Tivemos uma mesa redonda com quatro palestrantes e três sessões de comunicações coordenadas com 12 apresentações de trabalho.
* Livros do GTHRR lançados:
DILLMANN, Mauro (org). Religiões e Religiosidades no Rio Grande do Sul – vol. 4. Matriz Afro-brasileira. São Paulo: Anpuh, 2016.
2) Próximo Colóquio do GT.
Agregar ao GTHRR/Sul que acontecerá em Passo Fundo, maio de 2017.
3) Próximos temas dos livros do GT.
Ortodoxias religiosas, org. Cristiane Fortes Lia (UCS)
4) Estratégias para ampliação do GT
- Estratégias para ampliar redes do GT? EST, etc. Levantamento de dissertações e teses.
5) Eleição de nova diretoria
Mauro Dilmann Tavares (FURG) - Coordenador
Eliane D. Fleck (Unisinos) - Vice-Coordenadora
Alba Cristina Saltino (Unisinos) - 1a. Secretária
Rodrigo Luis dos Santos (ISEI - Ivoti) - 2o. Secretário
Reunião GTHRR Anpuh 2016
Pauta:
1) Relato Gestão 2014-2016;
* Realizações e participações em reuniões:
GTHRR participou da reunião do GTHRR Nacional, durante o Encontro Nacional de História, Anpuh (Florianópolis, 2015);
Reunião do GTHRR-RS na sede da Anpuh-RS, em 2015, para estruturar o I Colóquio.
Reunião do GTHRR-RS no III Congresso Internacional de História Regional – UPF, out. 2015.
* Representatividade do nosso GT em outros eventos:
- IV Simpósio do GT – Regional Sul – Joinville, março 2015.
- XV Simpósio Nacional da ABHR – Florianópolis, Julho 2016.
- VI Encontro do GT Nacional de História das Religiões e Religiosidades, Rio de Janeiro, novembro 2016.
- Seminário Internacional Migrações: religiões e espiritualidades e XXII Simpósio de História da Imigração e Colonização – São Leopoldo, setembro 2016.
* Realização do I Colóquio do GT, ocorreu na Unisinos, em junho 2015.
- Estruturamos o evento com ampla divulgação e apoio dos integrantes do GT para a concreta realização do evento.
- Tivemos uma mesa redonda com quatro palestrantes e três sessões de comunicações coordenadas com 12 apresentações de trabalho.
* Livros do GTHRR lançados:
DILLMANN, Mauro (org). Religiões e Religiosidades no Rio Grande do Sul – vol. 4. Matriz Afro-brasileira. São Paulo: Anpuh, 2016.
2) Próximo Colóquio do GT.
Agregar ao GTHRR/Sul que acontecerá em Passo Fundo, maio de 2017.
3) Próximos temas dos livros do GT.
Ortodoxias religiosas, org. Cristiane Fortes Lia (UCS)
4) Estratégias para ampliação do GT
- Estratégias para ampliar redes do GT? EST, etc. Levantamento de dissertações e teses.
5) Eleição de nova diretoria
Mauro Dilmann Tavares (FURG) - Coordenador
Eliane D. Fleck (Unisinos) - Vice-Coordenadora
Alba Cristina Saltino (Unisinos) - 1a. Secretária
Rodrigo Luis dos Santos (ISEI - Ivoti) - 2o. Secretário
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