domingo, 1 de dezembro de 2013

Lançamento: Catolicismos e sociabilidade intelectual católica no Brasil e na Argentina


SUMÁRIO
Prefácio
Apresentação
Entrevista com Frei Betto

Padre Leonel Franca, S.J.: o “centro de gravidade” da sociabilidade católica carioca (1918-1948) 
Guilherme Arduini

O pensamento novo, a última síntese– Gustavo Barroso e o Estado cristão integralista
Márcia Regina da Silva Ramos Carneiro


¿Se ha hecho Dios fascista?Orden Cristiano y los intelectuales católicos argentinos durante la II Guerra Mundial
José Zanca

¡En defensa de la educación católica! Actores, redes y conexiones en el Catolicismo Integral de las Revistas Criterio y Javeriana (1942-1946)
Gineth Andrea Alvarez

Gustavo Corção e seus escritos na imprensa brasileira na década de 1950
Christiane Jalles de Paula

¿Hacia donde va la Argentina? Revista Cruzada e a luta anticomunista no golpe militar de 1966
Ianko Bett

Peregrino da palavra: sociabilidades e periodismo católico na trajetória intelectual de Álvaro Negromonte
Alexandra Lima da Silva e Evelyn de Almeida Orlando

Henrique Cláudio de Lima Vaz: catolicismo em diálogo com a modernidade
Rodrigo Marcos de Jesus

Anticomunistas, nacionalistas y católicos. Trayectorias y redes transnacionales de la militancia contra-revolucionaria argentina en las décadas de 1970 y 1980
Facundo Cersósimo

“Alberto Antoniazzi: intelectual católico comprometido com o aggiornamento da Igreja do Brasil”
Rodrigo Coppe Caldeira; Massimo Bonato e Sandra Tosta

Comunitarismo y contrarrevolución. Ideario y trayectorias de un núcleo católico intransigente organizado en torno a la revista Verbo de Argentina (1959-1966)
Elena Carmen Scirica

O debate sobre as experiências políticas de caráter fascista e a retórica fundamentalista cristã dos integralistas brasileiros no século XX e XXI.
Jefferson Rodrigues Barbosa

O Canto do Galo. Casaldáliga e o jornal Alvorada da Prelazia de São Félix do Araguaia. Dizer de si é produzir a militância.
Vitale Joanoni Neto e Marluce de Oliveira Machado Scaloppe

Os organizadores e os autores

Descoberta arqueológica na cidade onde nasceu Buda, no Nepal, antecipa em 300 anos a data de seu nascimento e pode mudar a história do budismo

João Loes
Quem visitou o templo de Maya Devi, na cidade de Lumbini, no Nepal, entre os meses de janeiro e fevereiro nos últimos três anos viu mais do que se costuma ver neste que é um dos destinos mais visitados por fiéis do budismo no mundo. Nesse período, em meio ao sítio arqueológico, que é a principal atração do templo e guarda registros dos primórdios da religião, um time de 40 arqueólogos trabalhou para descobrir o que o espaço ainda tinha a revelar. As esperanças eram grandes. Segundo a tradição, foi em Maya Devi, reconhecido em 1997 como patrimônio mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que Sidarta Gautama, o Buda, nasceu. “O que acabamos encontrando foi o templo budista mais antigo de que se tem notícia”, anunciou o arqueólogo inglês Robin Coningham, da Universidade de Durham, que liderou os trabalhos com apoio da National Geographic Society, dos governos japonês e nepalês e da própria Unesco. “Segundo cálculos feitos na madeira de sua estrutura, ele data do século 6 a.C.” Os resultados foram publicados no jornal acadêmico de arqueologia “Antiquity”, um dos mais respeitados do mundo.
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Até o achado da equipe de Coning-ham, supunha-se, com base em levantamentos arqueológicos e textos e relatos que sobreviveram ao tempo, que Gautama tivesse nascido entre os séculos 3 e 4 a.C. Agora, a data precisa retroagir em até 300 anos. “A descoberta provoca um recomeço de tudo o que sabemos sobre o início da religião budista”, aposta o arqueólogo, que fez as datações do material encontrado com técnicas consagradas como a fosforescência e o decaimento de carbono. Nem todos, porém, concordam com essa conclusão de Coning-ham. Para Frank Usarski, coordenador da pós-graduação em ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), embora Buda seja mais velho do que se pensava, Lumbini pouco mudou entre os séculos 3 a.C. e 6 a.C, ou seja, o contexto histórico era semelhante. “A região passava por uma profunda, mas perene mudança socioeconômica que se manifesta com força semelhante tanto na data antiga quanto na nova”, argumenta ele, que também é autor do livro “O budismo e as outras” (Ed. Ideias & Letras, 2009). 
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PEREGRINAÇÃO
Monges no sítio arqueológico onde foram encontrados
restos do templo mais antigo do mundo
Usarski defende que o maior impacto da descoberta, se ela for confirmada pela comunidade científica, é na credibilidade dos primeiros escritos da religião, que datam do século 1 a.C. Em registros antigos, a distância temporal entre a produção de um documento e os fatos que ele narra costuma servir de termômetro para sua credibilidade: quanto mais próximo, mais fiel; quanto mais distante, menos fiel. A lógica é que, até a produção do documento, a história é repassada oralmente e está sujeita à subjetividade de quem faz a narração. “Se o Buda nasceu 300 anos antes do que se imaginava, os relatos escritos de sua história passam a estar 300 anos mais distantes dos fatos que eles narram”, afirma Usarski.
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TENAZ
Robin Coningham liderou equipe de 40 arqueólogos durante os
rigorosos invernos do Nepal para fazer a descoberta
Ainda não é possível mensurar como a descoberta do mais antigo templo budista do mundo pode afetar o entendimento que se tem da religião atualmente. “Se é que o templo é budista”, diz Rodrigo Pereira da Silva, especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém e professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). A afirmação de Silva faz eco às dúvidas que outros especialistas pelo mundo têm externado sobre a descoberta. Sabe-se, por exemplo, que na região de Lumbini templos nos moldes do que foi encontrado eram muito comuns e não necessariamente budistas. “Algum tipo de identificação se faz necessária para chegar a esse tipo de conclusão”, diz Silva. A única certeza é que o trabalho de Coningham em Lumbini, tido como rigoroso por seus colegas de arqueologia, é mais uma peça nesse gigante quebra-cabeça.
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Fotos: NielsDK/imagebroker; AFP PHOTO/NATIONAL GEOGRAPHIC/IRA BLOCK; Ira Block

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Semana Acadêmica da UFFS/Erechim discute Religiões e Religiosidades

 


A Semana Acadêmica de História, em sua edição de número 3, terá como assunto o campo de investigação História das Religiões e Religiosidades, dividido em um espectro abrangente de tópicos que incluirá desde abordagens historiográficas e teórico-metodológicas, trazendo o percurso histórico, os avanços e dilemas dessa linha de pesquisa, até temáticas apanhadas em perspectiva clássica, com é o exemplo do campo da “História das doutrinas”, e tópicos que alcançam debates de inquestionável atualidade – caso da “História do ateísmo” e das implicações dessa linha de investigação no que diz respeito às discussões hodiernas sobre o Estado laico e às relações entre religião e poder.

No dia 05/12/13 serão realizadas apresentações de trabalhos acadêmicos.
Para quem gostaria de participar as inscrições serão de 20 à 27/11/13, no email: dahisolgabenario_uffs@hotmail.com

Os trabalhos devem estar relacionados nos determinados temas:
*História memória e cultura;
*Pensando História: Ensino, pesquisa e extensão.

É necessário enviar o nome dos acadêmicos e um resumo do trabalho com no máximo 250 palavras, em fonte Times New Romam, tamanho 12.



Curso: Historia y cultura: imágenes religiosas en Iberoamérica colonial

Historia y cultura: imágenes religiosas en Iberoamérica colonial

Carga horaria: 5 clases. 30 horas.
 25 al 29 de noviembre, de 14 a 17hs.


Objetivos

- Repensar las fronteras permeables entre disciplinas como la Historia y la Historia del Arte, valorar sus posibilidades y las ventajas que ofrece ese intercambio.
- Considerar las fuentes visuales como documentos aptos para el análisis histórico, especialmente, para conocer aspectos de la historia cultural iberoamericana.
- Desarrollar destrezas instrumentales para la interpretación y utilización de las imágenes como documentos históricos complementarios y diferentes de los textos.
- Practicar el análisis de fuentes icónicas para incorporarlas a sus investigaciones en curso sobre Iberoamérica, dentro del programa del posgrado.


Presentación del programa

Las imágenes han sido tradicionalmente objetos de interés para los Historiadores del Arte pero han sido muy poco valoradas e integradas en el corpus de fuentes que los historiadores construyen al seleccionar sus temas, y algo similar acontece en otras áreas de las Humanidades o las Ciencias Sociales: suelen ser tomadas como meras “ilustraciones” y no como documentos, como resultado de una arbitraria hegemonía de las fuentes escritas.
El eje central de este curso es la incorporación de las imágenes como fuentes para el estudio de la sociedad y la cultura en Iberoamérica colonial, para lo cual es necesario -primero- abocarnos a una serie de lecturas introductorias sobre el uso y las funciones de las imágenes, dos de los aspectos claves para la comprensión de los hechos y procesos sociales significativos.
Respecto de las imágenes religiosas, vamos a enfocarnos –sobre todo- en sus cualidades como fuentes, como documentos desde los cuales pueden ser interpretados tanto los mensajes que sus autores y comanditarios han pensado originalmente, como también las apropiaciones que los actores sociales (individuales y colectivos) han hecho de ellas históricamente. De esta forma, toda la trama social que podría reconstruirse en torno a la imagen/objeto de contenido o función religiosa, se vuelve territorio fértil para los científicos sociales del siglo XXI, mediante el estudio de los imaginarios, los discursos y las prácticas sociales.
Si bien la perspectiva de este programa tendrá como eje a la disciplina histórica, la propuesta general  tiene un carácter interdisciplinario ya desde la elección de este objeto de estudio polivalente; es interdisciplinaria, sobre todo, porque las nuevas formas de la Historia Cultural se hibridan con el Arte, la Historia del Arte y la Antropología y la Sociología de la Cultura, entre otras vertientes, potenciando el análisis de este tipo de materiales.
Los estudios de caso y la bibliografía seleccionados remiten al contexto iberoamericano colonial en su conjunto, mediante una selección arbitraria que, no obstante, intenta dar cuenta de la diversidad colonial. Hay referencias a la Nueva España, a los Andes, al Río de la Plata y al Brasil colonial, pero no se deja de lado un conjunto básico de referencias fundamentales provenientes de la historiografía europea sobre usos, funciones y apropiaciones de las imágenes religiosas.


TEMARIO DE CLASES Y BIBLIOGRAFÍA BÁSICA

a) Unidades temáticas:
1.    Las imágenes como fuentes para el historiador
2.    La función de las imágenes: una perspectiva social y cultural
3.    El poder de las imágenes: estudios de casos 
4.    Contra la idolatría, la herejía y la blasfemia: Avatares de la Inquisición en Sudamérica

b) Lecturas obligatorias y complementarias por clase

- Lecturas obligatorias para las 5 clases:

25/11/2013
1. Las imágenes como fuentes para el historiador (1ª clase)

§     SCHMITT, Jean-Claude. "O historiador e as imagens". En: O corpo das imagens. Ensaios sobre a cultura visual na Idade Média. São Paulo: Edusc, 2007. p. 25-54.

§ BURKE, Peter. Visto y no visto. El uso de la imagen como documento histórico. Barcelona: Editorial Crítica, 2005 [2001].  Pp. 1-24; 227-241.


26/11/2013
2. La función de las imágenes: una perspectiva social y cultural (2ª clase)

§ FREEDBERG, David. El poder de las imágenes. Estudios sobre la historia y la teoría de la respuesta. Madrid: Cátedra, 1992.  Pp. 19-44
§ CHARTIER, Roger. “Poderes y límites de la representación. Marin, el discurso y la imagen”, Escribir las prácticas. Foucault, de Certeau, Marin. Buenos Aires: Manantial, 1996. pp. 73-99.

27/11/2013
3. El poder de las imágenes religiosas: estudios de casos  (3ª clase)

§ GRUZINSKI, Serge. La guerra de las imágenes. De Cristóbal Colón a “Blade Runner” (1492-2019). México: FCE, 1984. Pp. 11-16; 71-101; 102-159.
§ SIRACUSANO, Gabriela. “De representaciones, colores y poderes de lo sagrado”. En: El poder de los colores. De lo material a lo simbólico en las prácticas culturales andinas. Siglos XVI-XVIII. Buenos Aries: FCE, 2005. pp. 267-330.

28/11/2013
Continuación de ítem 3 (4ª clase)

§     FOGELMAN, Patricia. “Simulacros de la Virgen y refracciones del culto mariano en el Río de la Plata colonial". FAROL. Artes, Arquitetura, Design. Nro. 7. Vitória-ES, Brasil. 2006. Pp. 56-67.
§     PEREIRA, Maria Cristina C. L. “Poderes e utilizações das imagens religiosas na América colonial: o caso do jesuíta Antônio Sepp”. Imagem Brasileira. v. 4, 2009. Pp.167 – 172.

29/11/2013
4. Contra la idolatría, la herejía y la blasfemia: Avatares de la Inquisición en Sudamérica (5ª clase)

§     BOVISIO, María Alba. “Consideraciones sobre la pervivencia del culto a las wakas”, en: Patricia Fogelman y Agustina Rodríguez Romero (Editoras). Violencias y consensos en la construcción del cristianismo en Iberoamérica (siglos XVI-XIX). Rosario: Prohistoria Ediciones. En prensa.
§ FOGELMAN. Patricia. “Son unas puercas todas las imágenes y unos pedazos de palo”: Manuel de Coito, escultor portugués acusado por blasfemias ante el Santo Oficio de la Inquisición. Buenos Aires, siglo XVII, en la Revista "População e Sociedade", del Centro de Estudos da Populaçâo, Economia e Sociedade (CEPESE) de Porto (Portugal). Nº 20. Porto, 2012. Pp. 93-108.
28/11

Listado breve de bibliografía ampliatoria (sugerida) para las diferentes unidades temáticas

1. Las imágenes como fuentes para el historiador

§   BELTING, Hans. Antropología de la imagen. Madrid: Katz, 2010.
§   DUNAND, Françoise, Spieser, Jean-Michel y Wirth, Jean. L’image et la production du sacré. París: Meridiens Klincksieck, 1991
§   FOGELMAN, Patricia. “Historia cultural de la religiosidad: Una historia con imágenes en la historiografía argentina reciente”. En: Mariela Ceva y Claudia Touris (Coords.). Nuevos aportes a los estudios de la religión en las sociedades contemporáneas del Cono Sur. Buenos Aires: Ediciones Lumiere, 2011. Pp.175-199.
§   GOMBRICH, E. H. Los usos de las imágenes. Estudios sobre la función social del arte y la comunicación visual. Singapur: FCE, 2003.
§   PARANHOS, Kátia Rodrigues, Luciene Lehmkul e Adalberto Paranhos, organizadores. História e imagens. Textos visuais e práticas de leituras. Campinas: FAPEMIG, 2010.
§   RAMOS, Alcides Freire, Rosangela Triota e Sandra Jatahy Pesavento. Imagens na história. São Paulo: Aderaldo & Rothschild Editores, 2008.

2. La función de las imágenes: una perspectiva social y cultural
§  BASCHET, Jèrôme. “L'image-objet”, Fonctions et usages des images dans l'Occident médiéval. Actas del VI Seminario del International Workshop on Medieval Societies.17-23 de octubre de 1992.Trapani: Erice, 1996. Pp. 7-26.
§  FOGELMAN, Patricia. “Historia cultural de la religiosidad: Una historia con imágenes en la historiografía argentina reciente”. En: Mariela Ceva y Claudia Touris. Nuevos aportes a los estudios de la religión en las sociedades contemporáneas del Cono Sur. Buenos Aires: Ediciones Lumiere, 2011. Pp.175-199.

3. El poder de las imágenes: estudios de casos 
§  PENHOS, Marta. Ver, conocer, dominar. Imágenes de Sudamérica a fines del siglo XVIII. Buenos Aires: Siglo XXI Editores Argentina, 2005. Introducción. Pp. 15- 27; 75-122.
§  FOGELMAN, Patricia. “Una fiesta en el Cielo: representaciones de la Virgen y la gloria en los techos de las iglesias de Minas Gerais colonial”. Editora: Norma Campos Vera (Org.). Memoria del IV Encuentro Internacional sobre Barroco. La Fiesta. Unión Latina. GRISO. La Paz (Bolivia). 2007. Pp. 101-111.

4. Contra la idolatría, la herejía y la blasfemia: Avatares de la Inquisición en Sudamérica
§  BASCHET, Jèrôme. “Images ou idoles?”, Annales. Histoire et Sciences Sociales. Nº 2 París: Éditions de l’EHESS, marzo-abril de 1991. pp. 347-351.

§  GARCÍA CABRERA, Juan Carlos. Ofensas a Dios, pleitos e injurias: causas de idolatrías y hechicerías. Cajatambo, siglos XVII-XIX. Cuadernos para la Historia de la Evangelización en América Latina. Cuzco: Monumenta Idolátrica Andina. Lima; CBC, 1994. 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Publicação sobre Bola de Neve Church será lançada em breve

De que maneiras gerenciamento da fé e do mercado se articulam numa igreja "de surfistas"? 

Em "A grande onda vai te pegar. Marketing, espetáculo e ciberespaço na Bola de Neve Church", Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Fº apresenta algumas das formas como a Bola de Neve, agência evangélica de características majoritariamente neopentecostais, se promove no mercado religioso a partir de discursos congelados e derretidos – em que inovações e permanências vão sendo disponibilizadas aos/às fiéis através de um marketing de guerra santa que tem como principais características a utilização das teologias da batalha espiritual, do domínio e da prosperidade, bem como a divulgação da agência através do ciberespaço.

Inicialmente, ficam as perguntas: você já foi a um culto da Bola de Neve? A grande onda já te pegou?



30 de outubro - Casa de Cultura Japonesa - FFLCH/USP - 18:30 h

O lançamento também está previsto para integrar a programação das XVII Jornadas sobre Alternativas Religiosas da América Latina - Porto Alegre/RS - 11 a 14 de novembro